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BRASIL, Sudeste, ARARAS, PARQUE SANTA CANDIDA, Homem, de 12 a 15 anos, Portuguese, English, Livros, Informática e Internet ICQ - 291292313
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UfoBlog --- O Blog do Inexplicável...
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Big Bang se repete em intervalos de trilhões de anos, diz estudo |
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SALVADOR NOGUEIRA, da Folha de S.Paulo |
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03/09/2004 - O Universo, tal qual é conhecido, vai terminar em um colapso. A causa é uma misteriosa energia que hoje está acelerando a expansão do cosmo, mas que, em trilhões de anos, fará justamente o contrário. Depois disso, teremos um novo Big Bang. E assim sempre foi e assim sempre será.
Não é mais uma daquelas conversas fiadas no estilo ''Nova Era''. Essa visão quase filosófica, mas com forte base científica, é de Paul Steinhardt, um físico da Universidade de Princeton, nos Estados Unidos. Juntamente com Neil Turok, do Centro para Ciências Matemáticas, em Cambridge (Reino Unido), ele propõe um novo modelo cosmológico que derrubaria, de uma tacada só, a idéia de um único Big Bang e o processo eterno de expansão. E mais: ele promete acabar com a inflação.
Antes que alguém queira mandá-lo para a Argentina, vale dizer que a inflação dos físicos não é a dos economistas. Em cosmologia, inflação é o que teria feito o Universo se espalhar rapidamente, poucos instantes após seu surgimento, evitando uma implosão logo após a explosão inicial. O conceito é crucial para a versão mais aceita da teoria do Big Bang, mas Steinhardt e Turok o descartam em seu novo modelo.
A nova teoria propõe que o Universo seja cíclico —ou seja, composto por sequências intermináveis de Big Bangs (grandes explosões) e Big Crunchs (grandes implosões), que nunca tiveram um início e nunca terão um fim.
O que impulsiona o Universo rumo à expansão em seu novo modelo é uma entidade misteriosa chamada de ''energia escura''. O nome vem do fato de os físicos já saberem, por observação, que ela está lá hoje, mas não terem a menor idéia do que a produz.
A tal energia escura é uma pedra no sapato dos defensores do Big Bang único e do chamado Universo inflacionário. Embora o enigma não derrube a teoria, a verdade é que ela nunca previu que essa aberração existiria.
Foi por falta de evidência definitiva sobre a existência dessa forma energética misteriosa que físicos italianos, com base em análises do eco do Big Bang (a radiação cósmica de fundo), afirmaram há dois anos que o Universo iria se expandir para sempre, por falta de massa para impedir a expansão. A única força conhecida capaz de causar um Big Crunch, a gravidade, não seria forte o suficiente para fazer o serviço.
Virada de mesa
Atualmente a energia escura está acelerando a expansão cósmica, o que corrobora a idéia de que o Universo nunca acabará numa implosão. Mas, diz Steinhardt, no futuro distante, daqui a trilhões de anos, ela terá o efeito inverso.
Enquanto o modelo do Universo inflacionário nem previu a existência da energia escura, a proposta de Steinhardt e Turok está indissoluvelmente ligada a esse conceito, adotando-o no lugar da inflação para conduzir o bailado da expansão cósmica.
Para eles, a energia escura esteve atuando desde o início do atual ciclo do Universo (o nosso Big Bang não teria sido o primeiro, de acordo com eles), aumentando a expansão. Isso aconteceu durante os últimos 14 bilhões de anos (idade estimada do cosmos) e deve continuar por outros trilhões, até que tudo já tenha sido dissolvido no vácuo. Até mesmo os buracos negros —objetos com maior concentração de massa de que já se teve notícia— acabariam esfarelados pela ação da energia escura. Nesse momento, segundo suas previsões matemáticas, a maré mudaria. A energia escura viraria a casaca e passaria a aglutinar os corpos, em vez de separá-los. A matéria continuaria voltando a se compactar, até se concentrar em um único ponto. Depois da implosão, um novo Big Bang ocorreria e o ciclo começaria de novo. ''Parece que temos agora duas possibilidades díspares'', escreveu a dupla na conclusão de um artigo publicado ontem eletronicamente pela ''Science'' (www.sciencexpress.org). ''Um Universo com um início definido e um Universo feito e refeito para sempre. O árbitro definitivo será a natureza.''
Entre fatos e especulações
''Afirmações extraordinárias exigem evidências extraordinárias'', já dizia o astrônomo Carl Sagan (1934-1996). E Steinhardt parece concordar. ''Eu só trabalho em teorias que são testáveis experimentalmente'', diz o físico. ''Essa teoria faz predições sobre ondas gravitacionais e a natureza da energia escura e de outros efeitos —que surgirão em futuros trabalhos— que a distinguem da imagem inflacionária padrão.'' Os mais céticos não vêem de forma tão pragmática a teoria de Steinhardt. ''Como o próprio artigo diz, a idéia de um Universo com períodos cíclicos de expansão e contração tem mais de 70 anos'', diz George Matsas, do Instituto de Física Teórica da Unesp. ''De tempos em tempos essas velhas idéias ressurgem. A enorme maioria delas, e essa não foge à regra, são pura especulação.''
Apesar disso, o físico de Princeton, que também ajudou a desenvolver a teoria do Universo inflacionário, diz que a recepção na comunidade científica foi acolhedora. ''Não quero dizer que eles estejam abandonando o velho modelo'', diz. ''Mas dão boas-vindas à idéia de um possível competidor e parecem interessados em explorar suas propriedades.''
''O modelo na verdade é uma belíssima 'cosmogonia', pois faz previsões sobre eventos que nunca seremos capazes de observar'', diz Raul Abramo, do Instituto de Física da USP. ''Mesmo assim, podemos testá-lo, no que ele tem de concreto. Ainda é cedo para dizer se ele vai sobreviver aos testes observacionais'', conclui. |
Escrito por Guizão às 20h53
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Imagens de CROP CIRCLES ingleses...
Escrito por Guizão às 20h53
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O Incrível Dirigível de 1896 |
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11/09/2004 |
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Ele apareceu primeiro em Sacramento, Califórnia, na noite de 17 de novembro de 1896 - uma luz estranha em um chuvoso céu noturno. Naquela primeira noite ele foi visto por dezenas de pessoas. A maioria viu apenas uma luz. Outros pensaram ter visto uma forma escura de charuto atrás da luz. A descrição mais detalhada veio de um motorista de bonde chamado Lowery, que disse ter visto uma máquina voadora impelida por dois homens pedalando.
Quando a história chegou aos jornais no próximo dia, causou uma tempestade de controvérsia. O Sacramento Bee e o San Francisco Call deram ampla atenção ao caso, e enviaram repórteres para que entrevistassem as testemunhas. Em contraste, o San Francisco Chronicle descartou toda a coisa. Depois de alguns dias, a história passou.
Mas no dia 22 de novembro, o ''dirigível misterioso'' voltou. Ele passou sobre Sacramento e apareceu sobre Oakland, São Francisco e São José. Nos próximos dias o dirigível foi visto por toda parte na Califórnia. O ápice foi na noite de 25 de novembro, quando ele apareceu em onze lugares ao longo do estado, incluindo Auburn, Chico, Fresno, Hayward, Napa, Oakland, Pasadena, Petaluma, Sacramento, San Lorenzo e Visalia.
Desde o princípio, o fenômeno foi chamado de ''dirigível'' [airship]. Embora fosse quase sempre visto à noite, testemunhas afirmavam que podiam ver uma forma vaga atrás da luz forte. Elas falaram de fuselagens em forma de charuto, asas batendo e grandes rodas como a de um navio de pás. Algumas disseram ter ouvido vozes, seja em sotaques americanos ou em línguas desconhecidas.
Os relatos ficaram mais surpreendentes enquanto o mês passava. Um Coronel Shaw de Stockton reivindicou ter encontrado seres não-humanos com o dirigível em uma estrada rural. Um homem em Indio alegou ter ido a bordo da nave por um vôo.
Se as luzes realmente fossem aquelas de uma máquina voadora, quem era seu criador? Havia vários pretendentes à honra. Logo após os primeiros avistamentos, um advogado de São Francisco chamado George D. Collins anunciou que tinha sido contratado para representar o inventor do dirigível, que preferiu permanecer anônimo. Depois de alguns dias Collins se retratou de suas declarações, e disse que tinha sido mal-entendido.
Pouco depois, William H. H. Hart, ex-promotor geral da Califórnia, proclamou que estava em comunicação com o inventor misterioso, e que o dirigível seria brevemente usado para bombardear a guarnição espanhola de Havana e liberar Cuba. Mas quando pressionado por detalhes e provas, Hart também voltou atrás em suas alegações.
O número de relatos na Califórnia começou a diminuir enquanto novembro chegava ao fim. Houve um breve bis no dia 4 de dezembro, com avistamentos de dirigíveis no Brown Valley, Davis, Dixon, North Bloomfield, São Francisco e Vallejo. Então os céus ficaram quietos.
Em 7 de dezembro, a Califórnia tinha se cansado do dirigível - ou vice-versa. Os relatos foram sumindo das notícias e as mentes das pessoas se voltaram para assuntos mais mundanos. Mas a mania de dirigíveis não havia acabado. Longe disto; os avistamentos de dirigíveis tinham se movido para o leste.
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Escrito por Guizão às 20h51
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Lua - Mais fotos sobre a evidência de fraude |
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14/09/2004 - Podemos notar nesta foto original da Nasa, que existem no destaque 1, duas possiveis fontes de luz artificial. No item 2, o astronauta está claramente visível, toda a sua face. Isso não seria possivel pois que a frente do astronauta deveria estar totalmente escura, já que não está recebendo luz do sol. No item 3, existe um reflexo prismático, normalmente ocorrido por uso de cameras fotográficas em ambientes normais, com oxigenio. A menos que exista poeira flutuando no espaço junto a crosta lunar. Se for isso, porque quando se assiste ao filme onde estão os astronautas andando pela lua, sejam a pé ou no carro lunar, a poeira sobe e desce novamente ao solo ? Se não existe gravidade, as particulas de poeira deveriam flutuar por longo tempo, muito tempo mesmo. Se no nosso planeta a poeira flutua por vários minutos até voltar ao chão imaginem como seria lá ! Basta ver um automóvel indo em uma estrada de chão de terra , sem asfalto.
A Terra está em foco... a Lua está em foco... e a nave também ! Como?Qual foi a incrível lente usada que consegue foco em todos os campos focais?É possível ver meia-Terra da Lua? Da mesma forma que vemos meia-lua? A Terra é muito maior do que a Lua não deveria aparecer maior na foto? e este módulo lunar... dá para acreditar que voltou da Lua? Não parece uma maquete???
Repare os dois pontos de luz a esquera... parecem dois refletores.Por que só a região onde estão o astronauta e omódulo estão iluminados? Por que no solo lunar atrás do módulo não vemos iluminação?Se a única fonte de luz é o Sol, o fundo do campo tambem deveria estar iluminado.Esta é uma foto típica de alta velocidade, usada para esconder objetos indesejaveis como por exemplo...REFLETORES!!!
Com a ausência das moléculas de oxigênio...no vácuo...sabendo-se que a única fonte de luz é o Sol...''Buzz'' Aldrin na sombra não poderia estar tão bem iluminado! Sem atmosfera a luz não poderia ser refletida nem difusa...no vácuo não existe penumbra... as sombras são muito mais escuras ... muita luz...erro! Esta foto foi tirada aqui na Terra . E escada... ºe bastante estranha...Há algo de errado com a perspectiva , parece uma claramente montagem!
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Escrito por Guizão às 20h50
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Naves: Seres de planetas diferentes podem viajar em uma nave só, mesmo sendo da CP ou não. Há três condições básicas para o aparecimento de um disco voador. 1. Eles procuram fazer com que os contatos visuais coincidem com as coordenadas do percurso no dia e hora determinados; 2. Procuram locais onde há alto índice de "magnetismo natural"; 3. Procuram zonas afastadas da civilização e que não impliquem em excessiva dificuldade de deslocamento do contactado. (lembrando que os contatos nunca são casuais) Magnetismo natural - os aparelhos (naves) aproveitam o magnetismo natural dos astros para se deslocarem no espaço. O mesmo acontece quando tentam se aproximar de certas regiões da Terra. Pouso: há dois modos de pouso das naves: um é tocando o solo materialmente e outro é, ainda suspensa, pairando no ar a uns 10 ou 15 metros do solo. As naves extraterrestres são movidas por dois sistemas conjuntos de propulsão: pela atração planetária e por "iones". O primeiro só é utilizado para longas distâncias. As naves se deslocam protegidas por um campo magnético que mantém no interior delas as mesmas condições de pressão, etc., necessárias ao organismo dos tripulantes - explicando-se o fato dos movimentos impossíveis para nós. Para eles, "a velocidade da luz é como um caranguejo arrastando-se no espaço". Em velocidade normal (velocidade de "cruzeiro'), eles viajam a 3.000 quilômetros por segundo, levando 3 dias da Terra a Morle (Guanimede) e vice-versa. Em cada uma das naves (provenientes de Ganimede ou Apu) podem viajar com 12 a 18 tripulantes. As naves do planeta Apu - naves de George Adamski - são maiores e podem ter um ou dois andares, podendo transportar de 8 até 50 seres.
| APU |
APU |
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A nave de Antar Sherart (ou Asthar Sheran) - Não há "pés" na nave, ela fica como que flutuando sobre o solo; para o ser (ou os seres) descer(rem) há uma espécie de rampa que desce por um dos lados da nave, a nave tem de 25 a 30m de diâmetro. Luzes da nave: uma luz branca intensa que sai das próprias paredes da nave, tanto dentro como fora. Não há saliências, tudo é embutido nas paredes da nave. As poltronas dos tripulantes são giratórias e parecem surgir do piso. O chão é muito esponjoso e também emite luz. Ao centro da nave há um aparelho, também circular, parecendo uma pia batismal, embora coberto por uma cúpula transparente - é um sistema de localização da zona onda a nave passa. Todos os detalhes do lugar aparecem ali. Antar: ser de 2m de altura e usa uma espécie de traje espacial, brilhante, de aparência metálica, bem justo no corpo. Usa botas altas, até embaixo dos joelhos, de cor amarelada, parecendo ser de bronze. Cabelo esbranquiçado chegando até os ombros. Olhos e sobrancelhas oblíquos e mais afastados que os dos humanos.
Escrito por Guizão às 20h47
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Deus e os ET's
Os ETs explicam sua relação com Deus e falam do espírito. Deus não é um velhinho bondoso de barbas brancas sentado em um trono no céu. Deus é explicado pelos seres do espaço como o "profundo", o amor, a simplicidade, a natureza. A natureza, simples e bela, é o mais puro retrato de Deus que podemos ter. Na própria Bíblia, há relatos de OVNIs e ETs, sempre descritos como nuvens, estrelas, ventos, carros celestes com anjos, etc. Em Apoc, 1, 12-16, vê-se claramente a descrição de um extraterrestre proveniente de Apu, ou até mesmo Asthar ou o próprio Jesus Cristo (quem não duvida de que ele é um enviado). Em Êxodo, cap. 40, onde fala de uma nuvem (um OVNI encoberto). Os ETs explicam que o maná que caiu do céu é um alimento de altíssimo poder protéico que era transportado de uma das colônias do sistema solar. Quem garante que as aparições e milagres que ocorreram ao longo dos tempos não tem ligações com OVNIs.
Escrito por Guizão às 20h46
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Xendras: Para quem não conhece, os "xendras" são bolhas luminosas, uma espécie de corredor, uma porta de passagem. As naves projetam os "xendras" e, ao penetrá-los, somos "transportados" (ou física ou espiritualmente) para as naves ou até mesmo para outros planetas.
As naves que controlam os xendras são do tipo salsicha, ligeiramente curvas e é tripulada, indistintamente, por ambos os mundos, Apu e Ganimede. Existem os xendras que transportam para as naves e os destinados à "projeção" para os planetas, os chamados "xendra IV". Os ETs explicam o xendra IV como uma passagem intergaláctica não dimensional específica, segundo ajuste de referências de estruturas fisilógicas positivas.
Escrito por Guizão às 20h46
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Planetas:
 Há vida (própria ou colônias) em Apu, Órion, Atlas, Calisto, Ganimede, Europa, etc. APU - Planeta de condições relativamente similares ao nosso e situado no sistema planetário da estrela ou sol Alfa B, na constelação do Centauro. A sua distância da Terra - ou melhor, do Sistema Solar - é de 4,3 anos-luz. Os seres de Apu são altos (2,50m a 2,80m), compleição física igual à nossa com pequenas particularidades: seus cabelos são da cor branca platinada e, geralmente, longos. Olhos e sobrancelhas ligeiramente "puxados" e o queixo é mais pontudo.
 Ultimamente foram publicadas fotos da lua de Júpiter: Ganimede, em que se vê canais (como sempre, os cientistas só vêem canais) que parecem ter sido obra inteligente... Em Ganimede - denominado pelos ETs de Morle - há vida (colônias). Os seres de lá são mais baixos que os de Apu, porém mais altos que nós, humanos (geralmente 1,90m). Cabelos loiros e compridos até a cintura. História: os seres de Ganimede são provenientes do planeta Órion e também do astro que, até a alguns milhares de anos existiu onde hoje há o "cinturão de asteróides" (entre Marte e Júpiter). Existia um planeta nessa órbita que sofreu um grande cataclismo, mas a civilização, mais avançada que a nossa, percebeu a gravidade do problema e procurou, a tempo, outros astros para morar. Lua - Todo mundo sabe (ou quase todo mundo) que o primeiro homem a pisar na Lua foi o astronauta americano Neil Armstrong. Errado! Meses antes dos astronautas americanos chegarem à Lua, a Rússia enviou astronautas para a face oculta da Lua. O que se conhece é que um dos astronautas descobriu perto da alunissagem, algo parecido com instalações ou edificações, pelo visto abandonadas. Ao notar algo movendo-se entre as sombras do local, atirou... a bala ricocheteou e o atingiu. Os outros astronautas voltaram fugindo, deixando o companheiro na Lua... morto.
- Na chegada à Lua, pelos astronautas americanos, onde o mundo acompanhava pela TV, pelo rádio, etc., ouve uma pequena falha nas transmissões da NASA, em que Armstrong e Audrin comunicaram à base de Houston a chegada de uns "visitantes" e a presença de naves "enfileiradas do outro lado de uma cratera". A NASA, porém, censurou aqueles dois minutos de diálogo e o mundo não conheceu a então sensacional descoberta dos astronautas. O diálogo foi captado por radioamadores no mundo todo.
Escrito por Guizão às 20h45
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Apenas nuvens?
Você já parou para observar as nuvens? Isso parece maluquice, e é justamente por isso que, em nossas vidas tão cheias de compromissos, nem sempre vemos o que está sobre nós. Aquela típica nuvem bem formada e estrategicamente posicionada sobre sua casa estaria lá por acaso? Há quem acredite que não. Já não são poucos os relatos de pilotos de pequenos aviões que entram em nuvens relativamente pequenas e têm o infortúnio de encontrar objetos sólidos lá dentro, contra os quais às vezes suas aeronaves se espatifam, com resultados fatais. Essas nuvens são usadas para encobrir toda a sorte de artefatos extraterrestres, desde sondas e pequenas espaçonaves estacionadas sobre nossas cidades, até bases inteiras de pesquisa avançada. O que eles não sabem é que fica muito suspeito colocar uma nuvem densa e compacta num dia seco e ensolarado, ou mesmo numa madrugada estrelada. Se você parar para observar, verá que às vezes essas "nuvens" andam em grupos, todas do mesmo tamanho e à mesma altitude, principalmente sobre ou ao redor de centros urbanos. O que elas estariam escondendo?
Escrito por Guizão às 20h45
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Muitas Imagens...
Eis aqui várias imagens de OVNI's. Serão verdadeiras? Serão falsas? Olhe e tire suas próprias conclusões...


Assim que achar, colocarei mais imagens!!
Escrito por Guizão às 20h44
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Os primeiros registros de naves extraterrestres submarinas no Brasil
Nem só de Objetos Voadores vive a Ufologia. Da mesma forma que há ÓVNIs sendo vistos em diversas regiões do mundo, existem também registros dos chamados Objetos Submarinos Não Identificados (OSNIs) pelos mares. Vários pesquisadores chegam a associar os desaparecimentos de embarcações, de aviões e de pessoas no "Triângulo das Bermudas" com OSNIs. Conheça agora as primeiras notícias no Brasil sobre esse tipo de aparelhos:
O primeiro registro oficial de um OSNI no Brasil foi em 30/06/1967, quando o navio cargueiro "Naviero," carregado de explosivos, detectou um misterioso corpo semelhante a um submarino, com 30 metros de comprimento, uma silhueta limpa e resplandecente, emitindo uma estranha luminosidade branco-azulada. O objeto desconhecido passou rapidamente debaixo do cargueiro e desapareceu.
Em 1970, oito testemunhas que estavam na Praia do Leblon, no Rio de Janeiro (RJ), observaram um objeto discóide girando na superfície da água. Tinha cerca de seis metros de diâmetro e uma cúpula transparente na parte superior, onde foram vistos dois tripulantes de fisionomia grotesca e muito pequenos, vestindo roupas brilhantes.
Escrito por Guizão às 20h35
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Viagem à Barra Bonita/SP
Eu estava viajando certa vez com minha escola para uma eclusa, em Barra Bonita, no estado de São Paulo.
A viagem parecia chata, eu e meus amigos conversávamos sobre UFOS, e quando olhei pra fora do ônibus, vi algo pareciso com a imagem abaixo...
Escrito por Guizão às 20h33
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A Síndrome do "tomara-que-seja"
Pesquisar supostos fenômenos extraterrestres apresenta inúmeras dificuldades que vão desde a pressão governamental para que o assunto seja mantido oculto da sociedade, até simples "trotes" facilmente identificáveis. Há também pequenos distúrbios psicológicos, na maioria das vezes temporários, que podem enganar até o ufólogo mais experiente. Um desses distúrbios é a "síndrome do tomara-que-seja".
A "síndrome do tomara-que-seja" pode aparecer numa única pessoa ou em todo um grupo. Pode surgir tanto num suposto avistamento de nave como numa vigília ufológica. Mesmo um ufólogo que conheça seus sintomas pode ser traído pela síndrome em determinado momento, o que mostra que todos podem apresentar seus sintomas. A única solução para previní-la é a prática constante de pesquisa de campo. Muitas vezes a síndrome do tomara-que-seja se mistura com ilusões de ótica.
Por exemplo: uma pessoa vê um avião a jato voando em baixa altitude, produzindo um ruído característico de suas turbinas. Se a pessoa que o vê for ansiosa e fã da ufologia enxerga um verdadeiro disco voador no lugar do avião, apresentando sintomas da síndrome.
Em outras ocasiões um grupo de ufólogos numa vigília de rotina pode ter essa mesma ansiedade em ver um OVNI e confundir as luzes de um avião, uma estrela não notada ou fenômeno astronômico e apresentar a síndrome, "contagiando" os companheiros com sua opinião equivocada. Numa vigília ufológica a "síndrome do tomara-que-seja" geralmente se apresenta após algumas horas do início da atividade, juntando ao cansaço físico natural.
A "síndrome do tomara-que-seja" também pode aparecer durante sessões de hipnose regressiva, técnica usada para tentar descobrir se uma pessoa foi raptada por Ets. A expectativa de um grupo de pessoas "esperando e torcendo" para que a experiência tenha realmente ocorrido pode "contaminar" o inconsciente da testemunha, criando situações imaginárias que podem ser confundidas com eventos reais.
Os sintomas da síndrome também podem estar presentes em grupos religiosos muito fervorosos, havendo casos em que fenômenos facilmente explicáveis são confundidos com manifestações da Virgem Maria, de santos milagrosos ou entidades espirituais em geral.
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| Se a pessoa que o vê for ansiosa e fã da ufologia enxerga um verdadeiro disco voador no lugar do avião, apresentando então os sintomas da síndrome. | |
Escrito por Guizão às 20h31
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Dunhuang
Nas grutas dos Mogao, Dunhuang, província de Gansú, existem murais com muitos referências ao vôo. Pessoas são representadas no ar, e vários objetos com formas de barcos a vela... e o mais curioso: um objeto em forma de cigarro com nuvens indicando movimento e direção. Algumas pessoas sentadas nesses objetos voadores. Não temos dúvidas que os autores quiseram reproduzir.
Escrito por Guizão às 20h28
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Amburgo - 1697
Pintura mostra rodas incandecentes em meio a nuvens de vapor e raios no céu de Amburgo, em 4 de novembro de 1697.
Escrito por Guizão às 20h27
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| O tamanho do universo |
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Pesquisadores americanos divulgaram em junho uma estimativa sobre a extensão do Universo. O número é realmente astronômico: 156 bilhões de anos-luz. Os cálculos foram feitos com base em observações realizadas por satélite da chamada Radiação Cósmica de Fundo, que surgiu apenas 300 mil anos após o Big Bang (veja a foto mostrando a distribuição dessa radiação).
É interessante notar que essa estimativa ultrapassa em muito o valor aceito hoje para a idade do cosmo, que seria de 13,7 bilhões de anos. Acontece que os cientistas levam em consideração o movimento de expansão do universo, o que torna as coisas bem mais complexas. Imagine por exemplo que um raio de luz chegue hoje à Terra depois de ter viajado durante 13,7 bilhões de anos. A fonte de onde esse raio saiu estaria agora a 78 bilhões de anos-luz de distância de nós! |
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| Autor: Pablo Nogueira |
| Fonte: revistagalileu.globo.com |
Escrito por Guizão às 20h26
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Castelo Conti Dotremond na Bélgica
Pintura sobre Madeira Representa Moisés no ato de receber as Taboas das leis. Observa-se uma frota de discos voadores ao fundo.
Escrito por Guizão às 20h25
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Parece um UFO, mas não é
Esta bela foto foi publicada no site Astronomy Picture of the Day Archive, mantido pela NASA.
A foto mostra um tipo especial de formação de nuvem, chamada Lenticular. Esta nuvem, costuma enganar muitas pessoas, pois parece um disco-voador
Acesse o site da Astronomy Picture of the Day Archive acessando o link: http://antwrp.gsfc.nasa.gov/apod/archivepix.html
Foto publicada no Fórum da Revista UFO por A. J. Gevaerd. Comentários realizados por Mateus Absoluto.
Publicado Dia: 5/1/2003 as 1:29:13 AM hs Enviado por: Mateus Absoluto Visualisado 3255 vezes
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Nuvem Lenticular parecida com Disco Voador
Matéria do site: www.sobrenatural.org |
Escrito por Guizão às 20h24
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| Buscando fora da Terra o que está bem dentro dela |
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Desde os anos 60 temos visto o lançamento de inúmeros programas científicos destinados à pesquisa da vida extraterrestre. Projetos variados, estabelecidos com cifras vultuosas pelos governos norte-americano e soviético, duraram décadas e empreenderam a participação de cientistas do mais alto nível. O que estas iniciativas tentaram foi a captação de ondas de rádio eventualmente emitidas por outras civilizações, residindo em outros planetas. Cientistas e estudiosos pretenderam que tais programas pudessem captar sinais inteligentes de seres não-terrestres. Em 1996, tal empreendimento foi excepcionalmente bem dramatizado no filme Contato, em que uma obstinada cientista tenta a todo o custo ouvir as estrelas – e consegue. Ellie, o personagem de Jodie Foster, acaba captando sinais que viriam de um planeta orbitando a estrela Vega. Curiosamente, na vida real, é em Vega que a maioria dos astrônomos e exobiólogos deposita boa parte de suas esperanças de encontrar vida alienígena.
Entre os programas mais bem estruturados para se ouvir as estrelas está o Search for Extraterrestrial Intelligence (SETI), ou Busca por Inteligência Extraterrestre [www.seti-inst.Edu], criado pelo cientista e autor Frank Drake, da Universidade de Stanford, na Califórnia. Em sua empreitada, o SETI construiu uma rede de potentes radiotelescópios e há anos vem se valendo da ajuda de milhões de voluntários em todo o mundo, que cedem seus computadores domésticos – quando conectados à internet – para que se efetuem os cálculos necessários para se definir se os sons recebidos têm padrão inteligente. Tais computadores recebem dados de uma central e os computam, durante o tempo ocioso das máquinas, quando não estão sendo usadas por seus proprietários.
Sem dúvidas, tal processo é o resultado de uma engenhosa manobra para se descobrir se estamos ou não sozinhos neste vasto universo. Os cientistas crêem que não, mas querem ter provas efetivas. Há alguns anos, o Governo norte-americano anunciou a destinação de mais 150 milhões para a mesma busca científica, através da implementação de novos campos com gigantescas antenas, voltadas para as estrelas onde se crê haver maiores chances de se encontrar vida. Estes instrumentos varreriam o céu em busca de quaisquer indícios que indiquem uma civilização alienígena. A cifra é desprezível, se comparada ao bilionário orçamento do programa espacial da NASA. Mas é assombrosa sob quaisquer outros parâmetros! E mais assombroso ainda é o fato de os EUA estarem dispostos a investir tamanha soma em um projeto semelhante a vários anteriores, que jamais deram quaisquer resultados. Isso mesmo: mesmo sendo mantidos há décadas, jamais tais programas receberam sinais inteligentes provenientes de fora da Terra. Ou, se receberam, seus responsáveis não os divulgaram...
O investimento anunciado dividiu a opinião pública, que acha que tal valor seria melhor empregado em infra-estrutura de áreas sociais nos Estados Unidos. Mas também enfureceu os ufólogos, que viram no empreendimento um desperdício duplo. Primeiro porque estaria se insistindo em algo que só deu certo, até então, no cinema. E segundo porque os verdadeiros sinais de vida extraterrestres não provêm de longínquas estrelas, mas estão aqui mesmo, em nosso próprio planeta. E que sinais! Todos os dias, nos mais diversos pontos do território norte-americano – e do resto do mundo – UFOs são vistos tanto por civis quanto por militares, são detectados em radar e não raramente fotografados e filmados. São milhões os registros das naves, resultante da vigilância das Forças Armadas de quase 180 países. Então, por que gastar fortunas e desperdiçar grandes talentos científicos tentando ouvir estrelas, se as evidências que buscamos – de que não estamos sós – estão aqui em nosso próprio quintal? |
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| Autor: A. J. Gevaerd |
| Fonte: UFO 75 – Novembro 2000 |
| Crédito da foto: Divulgação |
Escrito por Guizão às 20h23
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OVNI's diminuiram a radiação em Chernobyl??
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a noite de 26 de abril de 1986, um técnico da usina de Chernobyl, Mikhail Varitzky, foi acordado pelos alarmes e juntamente com outro técnico, Mikhail Samoilenko, dirigiram-se até a área da usina | Quando chegam à Unidade 4, às 04:15, o reator estava vazando e dois técnicos não estavam utilizando as roupas especiais. Os seus rostos estavam queimando e então decidiram voltar.
Do carro eles observaram uma esfera flamejante com 8 metros de diâmetro, de bronze, se movimentar lentamente. Então dois raios vermelhos saíram do OVNI e foram direcionados à Unidade 4.
O objeto estava à uns 300 metros do reator. Ele sobrevoou a área por uns 10 minutos, depois os raios sumiram e o OVNI foi em direção da Bielorússia.
O aparelho utilizado para medir a radiação, na hora, acusou 3000 miliroentgens/hora e depois que o OVNI apareceu e disparou os seus raios, mostrou 800 miliroentgens/hora... Teria mesmo um OVNI diminuido a radiação em Chernobyl?
Por Thiago Luiz Ticchetti - diretor do departamento de publicação e tradução especializadas (DEPTE-EBE-ET/Brasília - Brasil) |
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Escrito por Guizão às 20h20
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| Astrônomos crêem ter 1ª imagem de planeta fora do Sistema Solar |
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Astrônomos acreditam ter captado a primeira imagem de um planeta fora do nosso Sistema Solar. A imagem foi vista através do telescópio Yepun, que mede 8,2 m e fica em um centro de observação localizado no Deserto de Atacama, no Chile. A estrela em torno do qual o planeta orbita se chama 2M1207 e é uma estrela anã marrom. Ela fica a 230 anos-luz e é muito menor e mais fraca do que o Sol. A imagem registrada traz um suposto planeta ao lado da estrela. Os pesquisadores não podem garantir que se trata de fato de um planeta. Mas eles acreditam que seja um planeta jovem e de alta temperatura que irá esfriar gradualmente até se tornar um mundo gasoso gigantesco, como Júpiter.
Novos planetas "Nossa descoberta representa um primeiro passo em direção a um novo campo da astrofísica: o registro de imagens e o estudo espectroscópico de sistemas planetares", disse a cientista Anne-Marie Lagrange, uma das responsáveis pelo registro da imagem. "Tais estudos permitirão que astrônomos possam caracterizar a estrutura física e a composição química de planetas que podem até se assemelhar à Terra", afirma Lagrange.
A estrela em torno da qual ele gira tem cerca de 8 milhões de anos e uma massa muito menor do que a do nosso Sol. Ela também não é capaz de fazer reações de fusão nuclear em seu centro e portanto produzir energia da mesma forma que o Sol. O suposto planeta só pôde ser visto graças ao potente telescópio Yepun, que é capaz de adaptar seus dispositivos óticos para produzir imagens mais precisas. |
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| Autor: David Whitehouse |
| Fonte: BBC Brasil/Folha Online |
| Crédito da foto: Divulgação |
Escrito por Guizão às 20h20
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| Descoberto planeta similar à Terra fora do Sistema Solar |
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Astrônomos europeus do observatório La Silla, no norte do Chile, identificaram o menor planeta extra-solar conhecido e, portanto, capaz de ser rochoso, como a Terra, e não gasoso, como Júpiter. O planeta, que orbita a estrela brilhante Mu Arae, na constelação de Altar, no hemisfério sul, a 50 anos-luz da Terra, é o segundo planeta descoberto ao redor desta estrela, após um muito maior, e leva apenas 9,5 dias para completar sua órbita.
Segundo um comunicado de imprensa do Observatório Austral Europeu (ESO, sigla em inglês), a massa do planeta é apenas 14 vezes maior do que a terrestre (Júpiter tem 318 vezes a massa da Terra), por isso o novo planeta se situa no limite dos maiores planetas rochosos possíveis. A descoberta foi possível graças à precisão do espectrógrafo HARPS no telescópio do ESO em La Silla, que permitiu medir velocidades radiais com uma precisão superior a 1 m por segundo. Segundo os astrônomos, este é o menor planeta extra-solar entre os mais de 120 descobertos desde que Michel Mayor e Didier Queloz, do Observatório de Genebra (Suíça), detectaram pela primeira vez um planeta ao redor da estrela 51 Peg em 1995.
O estudo de velocidade radial se baseia na detecção das variações de velocidade da estrela central, afetada pela força de gravidade de um corpo que a orbita. Observações anteriores descobriram que a estrela Mu Arae, de um tamanho similar ao Sol e visível a olho nu, amparava um planeta do tamanho de Júpiter com um período orbital de 650 dias. François Bouchy, membro da equipe de astrônomos, afirmou que "este novo planeta parece ser o menor descoberto até agora ao redor de uma estrela que não é o Sol". "Isso torna a Mu Arae um sistema planetário muito excitante", acrescentou.
Devido ao fato de os atuais modelos de formação planetária estarem ainda longe de poder explicar a diversidade de planetas extra-solares descobertos, os astrônomos podem apenas especular sobre a verdadeira natureza deste novo objeto. Segundo o modelo da formação de planetas gigantes, primeiro forma-se o núcleo pela fusão de pequenos planetóides sólidos, e quando este núcleo alcança uma massa crítica, acumula-se gás de maneira explosiva e a massa do planeta aumenta muito rapidamente.
No caso do novo planeta, é muito pouco provável que esta fase final tenha ocorrido, já que, nesse caso, o planeta teria massa muito maior. Este objeto é possivelmente um planeta com um núcleo de rocha (não de gelo), rodeado por um pequeno envoltório gasoso e portanto pode ser considerado uma "super Terra". O estudo completo deste grupo de astrônomos será publicado pela revista Astronomy and Astrophysics. |
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| Autor: Agência EFE |
| Fonte: Notícias Terra |
| Crédito da foto: |
Escrito por Guizão às 20h18
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 Rods
Em ufologia, "RODS" é um fenômeno ainda não esclarecido descoberto em gravações em vídeo. Em várias filmagens foram registrados efeitos ou objetos cuja natureza não foi satisfatoriamente explicada. O casal Escamilla, nos EUA, afirma ter conseguido registrar em vídeo o "deslocamento" de RODS: pequenos corpos finos e alongados voando, com aparentes apêndices laterais. De acordo com os Escamilla, os pequenos objetos se movimentam muito rápido, sendo necessário o uso de câmera lenta para visualização. Também chamados de aeroformas, os RODS, podem ser classificados em nebulosos, translúcidos ou gelatinosos e se comportam de maneira "inteligente". A idéia de bioformas não é exatamente uma novidade: em 1957, Trevor James, de Los Angeles, Califórnia, iniciou experiências com o fim de fotografar "animais atmosféricos", as trinta melhores imagens que captou estão no livro "They Live in the Sky" ( Eles Vivem no Céu ), hoje uma raridade | |
Escrito por Guizão às 20h17
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Discos voadores criados por humanos Você acredita em discos voadores? Então dê uma olhada nas fotos abaixo. Elas mostram uma nave sendo testada pelo pessoal da USAF ( Unated States Air Force ). É um disco real, mas de origem totalmente terrestre.


As fotos acima mostram uma aeronave em forma de disco construída pela empresa Lockheed, sendo testada por um piloto da USAF. Depois de diversos testes, e de um gasto de milhões de dólares, o projeto foi abandonado. Há quem diga que esta nave, de 6 metros de diâmetro, foi construída com o propósito de dar uma explicação para os discos voadores. Quando um disco voador aparecesse, a USAF poderia dizer ao público que era um de "seus". Na época em que foi construído ( anos 50 ) este projeto era secreto, e a nave só apareceu para o público muitos anos depois de seus primeiros vôos. Um único filme foi feito dessa aeronave, e já foi exibido pelo Discovery Channell... Será que os discos voadores avistados na Área 51 e na base aérea de Nellis não seriam o resultado de pesquisas totalmente terrestres? É possível que alguém tenha descoberto uma nova forma de locomoção - antigravitacional - e uma nova forma de aeronave esteja sendo desenvolvida secretamente?
Escrito por Guizão às 20h17
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Satélite NOAA fotografa OVNI gigante na órbita da Terra

Administração Atmosférica e Oceânica Nacional (NOAA) tem vários satélites de desenvolvimento atmosféricos (GOES) em órbita da Terra para observar o nosso tempo. No dia 21 de novembro, às 14:45hs (GMT) esses satélites fotografaram um enorme OVNI de milhares de Km de extensão sobre a Terra, mais precisamente sobre o estado de Washington, EUA.
A Universidade do Colorado também está com as fotos para estudá-la. Um dos satélites foi feito para detectar vapor d'água ou nuvens. Quando estas fotos foram vistas o OVNI foi observado. Ele seria uma espécie de nave-mãe. Foi discutida a possibilidade de que o objeto fosse um erro de imagem do computador.
Imagens semelhantes foram feitas no dia 8 de junho de 1995 sobre a América do Sul, que também gerou muita polêmica. Philip Imbrogno pesquisou as imagens e a NOAA disse que era uma sombra da lua em forma de OVNI. Essa desculpa não pode ser dada neste caso. Esse OVNI ficou presente por apenas alguns minutos e não é visto em imagens anteriores ou posteriores. O OVNI tem estrutura, janelas e irradia um calor infravermelho muito quente. As imagens estão disponíveis no site: http://www.filersfiles.com/
Escrito por Guizão às 20h11
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| Vida em Marte e outras obviedades |
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No meio da enorme agitação do começo deste ano (2004), quando acompanhamos a chegada das sondas norte-americanas Spirit e Opportunity a Marte – além de outras mal-sucedidas –, tivemos momentos de grande inquietação proporcionados por cientistas da Agência Espacial Norte-Americana (NASA). Um deles aconteceu no início de março, quando a Opportunity se viu sobre o que parecia ser uma ilha flutuando numa espécie de oceano congelado, pantanoso e salgado. Os sisudos porta-vozes da agência espacial conclamaram o mundo a assistir, no dia seguinte, uma importante declaração que dariam os técnicos e engenheiros do projeto.
Milhões de pessoas em todo o globo ficaram excitadíssimas com o que pareceu ser a possibilidade de, finalmente, a NASA confirmar nossa mais profunda suspeita: há vida em Marte! Eu estava entre os pobres mortais que nutriam tal expectativa. Mas qual não foi a decepção geral, no momento da entrevista coletiva, quando a importante informação que os cientistas deram eram filigranas significativas apenas para a ciência – que em nada suplantavam nosso anseio de ter pelo menos uma pequenina indicação alentadora de que a agência espacial iria confirmar que há vida noutro orbe do universo, nem que fosse microbiológica. Nada disso. Nem o anúncio das manchetes que seriam mostradas a seguir, no Jornal Nacional – entre elas “Cientistas da NASA garantem ter descoberto vida em Marte” –, animaria quem alimenta um sonho tão natural quanto antigo.
O sonho de ver a NASA finalmente admitir a descoberta, feita ainda em 1976, de construções complexas do que sobrou de uma cidade em Marte. Confesso que alimentei a ilusão, antes dos tais cientistas se apresentarem. Tive, sim, a esperança de que fossem admitir que sabem disso há quase 30 anos! Em minha momentânea ingenuidade, pensei até que, revelando tudo isso, a NASA e o Governo dos Estados Unidos estariam preparando o terreno para confirmarem, também, a existência dos UFOs, de que estas naves já pousaram em solo norte-americano e, quem sabe até, que os ETs já tenham mantido contato com tantas pessoas, como sabemos. Pensei tudo isso enquanto esperava, de um dia para outro, a tal entrevista coletiva.
Quando ela ocorreu, que desilusão: a vida em Marte a que os cientistas se referiram eram indícios prováveis de eventuais vestígios de algo distante que pudesse remotamente ter uma aparência ligeiramente assemelhada à vida. Desculpem o sarcasmo do desabafo, colocado propositalmente em itálico. Uma década antes, tive o mesmo devaneio e a mesma decepção quando outros cientistas comunicaram ter achado vestígios de um insignificante micróbio marciano incrustado num meteorito que caiu no Pólo Sul, há mais de 10 anos!
Rapidamente, meu desapontamento se transformou em indignação – como creio que aconteceu com muitos leitores. Como é que a NASA tem a ousadia de convocar uma entrevista coletiva global para anunciar uma notícia dessas? Essa mesma NASA que, quase três décadas atrás, despachou uma sonda ao Planeta Vermelho – a Viking – que fotografou com todos os detalhes possíveis à tecnologia da época, não apenas uma, mas várias pirâmides enormes, um rosto humano e restos do que seria uma verdadeira cidade no solo daquele planeta. Foi essa mesma NASA que manteve tal informação – essa sim, relevante – e a maioria das evidências fotográficas distantes do público por longos 28 anos.
Apenas poucas notícias vazaram para o mundo exterior a respeito disso, justamente através de alguns verdadeiros cientistas da agência, que se revoltaram contra tal situação e pediram as contas. A descoberta de evidências sólidas, concretas, mesuráveis, imensas, abundantes e inequívocas de que houve vida em Marte tem sido denunciada por esses cientistas há anos, sem que a agência espacial se dê ao trabalho de manifestar sua posição. E peço novamente ao leitor compreensão pelo repetido sarcasmo no desabafo, igualmente colocado em itálico.
Oras, essa mesma NASA, em décadas de atividades, registrou, através de suas naves tripuladas (ou não) e de seus mais de 300 astronautas, pelo menos 6 mil horas de filmagens de UFOs em manobras alucinantes em órbita da Terra ou na Lua, como que mostrando sua capacidade aos norte-americanos – quando também pareciam estar acompanhando o progresso do homem na conquista do espaço. Esse dado não é aleatório, mas sim compartilhado por inúmeros técnicos, cientistas e astronautas da própria agência. Levando isso em conta, a coletiva sobre a descoberta da NASA soa tão vazia quanto a de um médico especialista em transplantes de medula vir a público dizer que acabou de descobrir a gripe! Ora, a humanidade terrestre tem o direito inalienável de saber que está sendo visitada por seres mais avançados, provenientes de outros planetas. E tem o direito de saber que há, sim, vida no universo – seja em Marte ou onde for. Continuar escondendo esses fatos é, no mínimo, uma vergonha que um dia vai se tornar muito embaraçosa para a ciência. |
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| Autor: A. J. Gevaerd |
| Fonte: UFO ESPECIAL 27 – Maio 2004 |
| Crédito da foto: Divulgação |
Escrito por Guizão às 20h11
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