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BRASIL, Sudeste, ARARAS, PARQUE SANTA CANDIDA, Homem, de 12 a 15 anos, Portuguese, English, Livros, Informática e Internet ICQ - 291292313
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UfoBlog --- O Blog do Inexplicável...
Cientistas registram colisão entre galáxias
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O choque envolveu milhares de galáxias e trilhões de estrelas |
Uma equipe internacional de cientistas observou uma colisão frontal de dois conjuntos de galáxias e descreveu o fenômeno como uma "tempestade cósmica perfeita". O choque, nunca antes visto e registrado a partir do satélite XXM-Newton da Agência Espacial Européia (ESA), envolveu milhares de galáxias e trilhões de estrelas em "um dos acontecimentos mais poderosos já testemunhados".
Escrito por Guizão às 15h13
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NASA cria mini-sonda inspirada nos OVNIs |
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Quando dizemos que a NASA e o Governo Norte-Americano têm muito a dizer sobre a intervenção de extraterrestres em nossos planeta não falamos por acaso. Uma das provas disso é o anúncio recente da criação de um mini-robô voador que participará de missões espaciais a partir de 2003. Pela descrição das atividades que o mini-robô voador vai executar, fica evidente que a NASA inspirou-se em relatos de avistamentos de mini-OVNIs teleguiados em várias partes do mundo. OVNIs deste tipo também são vistos na região de Piracicaba. E não são criação da NASA.
A agência espacial americana está desenvolvendo um robô pouco maior que uma bola de tênis. Consome pouca energia e pode navegar em três dimensões com segurança.
Batizado de "Assistentes Pessoais de Satélite", essas mini-sondas serão capazes de voar em gravidade zero em qualquer direção, através de seis pequenas turbinas. Os aparelhos reconhecerão e entenderão os comandos verbais dos astronautas que habitarão na Estação Espacial internacional, da qual o Brasil fará parte.
As mini-sondas terão capacidade de cuidar de si mesmas, podendo "sentir" se suas baterias estão enfraquecidas, interrompendo suas atividades para recarregamento. Elas contam com câmaras de vídeo coloridas, um monitor, uma caixa de som e sensores diversos, que permitirão que realizem tarefas perigosas ou ir até lugares onde astronautas não conseguirem. |
Escrito por Guizão às 19h21
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MAIS FIGURAS...
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Estatueta em argila de um ser humanóide, em uma roupa pesada, hermeticamente ligada a um capacete. Sapatos e luvas estão do mesmo jeito ajustados ao traje, muito semelhante aos atuais escafandros ou trajes espaciais.
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Figura pré-histórica semelhante aos seres do tipo Alfa na classificação atual da ufologia.
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Representação de enigmáticas esferas negras que invadiram o céu da Suíça, no século XVI. Testemunhas afirmaram que as esferas chegaram a combater no céu.
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Tapeçaria medieval onde é visível uma nave em forma de disco sobrevoando um castelo.
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Escrito por Guizão às 19h16
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ET's SERVIRAM COMO MODELOS?
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Pintura rupestre datada de 2000 anos antes de Cristo, encontrada entre a Rússia e a China. O ufólogo Robert Dean acredita que esse trabalho primitivo mostra um astronauta em traje espacial, carregando uma espécie de artefato comunicador em forma de disco. No centro, vê-se uma pequena figura parecida com um robô com antenas. Flutuando sobre o robô pode-se ver um disco lançando uma nuvem de fumaça. Fica a pergunta: como um artista, há 4000 anos atrás, teria "inspiração" para desenhar um moderno robô e um disco voador, assunto que só veio à tona há 53 anos?
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Alguns defensores da teoria dos antigos astronautas acreditam que essa pintura rupestre australiana, de mais de 5.000 A.C., representa viajantes espaciais extraterrestres com capacetes. Uma figura notavelmente semelhante (foto menor), do ano 6.000 A.C., encontra-se no outro lado do mundo na região do Tassili, no deserto do Saara. |

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Este crânio de deformado de 3000 anos de idade, que está no museu Inca do Peru, seria uma simples mutação? ou seria o resultado da engenharia genética alienígena? Segundo Erich Von Daniken, o crânio é muito parecido a alguns relevos do antigo Egito, que, acredita terem sido deformados para que se parecessem com a cabeça dos alienígenas.
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Objeto de 3000 anos de antiguidade encontrado em uma escavação em Toprakkale, Turquia, parecido com uma nave espacial com um piloto no comando. Alguns peritos,contudo, duvidam da antiguidade do objeto e suspeita-se que não passa de uma habilidosa fraude.
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Em Abydos, no Egito, foi encontrado uma placa em metal polido à base de bronze. Nela, entre inúmeras curiosas figuras, pode-se ver claramente (detalhes) desenhos de objetos que se parecem com um avião e um helicóptero, feitos há mais de 4 mil anos
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Veja outros objetos |
Escrito por Guizão às 19h12
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Cristóvão Colombo viu um OVNI também!!!
Historiadores relatam que o navegador Cristóvão Colombo avistou um OVNI na véspera do Descobrimento da América. Ele estava no tombadilho do navio "Santa Maria", quando testemunhou um intrigante fenômeno luminoso no céu.
Conforme o relato, eram cerca de 22 horas quando Cristóvão colombo notou "uma luz tênue e vacilante que apagava e reaparecia várias vezes, à grande distância". Foi em 11 de outubro de 1492.
A descrição do famoso navegador coincide com relatos semelhantes em várias partes do mundo. Mesmo em nossa região há diversos testemunhos de OVNIs que apagam e tornam a reaparecer
Escrito por Guizão às 19h06
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| Museu guarda esqueleto de suposto alienígena |
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Eram precisamente 15h30 de 09 de setembro (quinta-feira). O jornalista Paulo Nogueira, de Uberaba (MG), ministrava uma palestra sobre Tabagismo no anfiteatro do Hospital Dr. Hélio Angotti, para alunos do Colégio Dr. José Ferreira, quando uma funcionária da instituição interrompeu a palestra, dizendo-lhe ao pé do ouvido que havia dois senhores querendo falar-lhe com urgência. Paulo pediu licença aos alunos e foi atendê-los. Os dois senhores rapidamente contaram uma história inédita, e o jornalista marcou uma nova conversa, com mais detalhes, para as 19 horas.
O local escolhido foi o Museu de História Natural Wilson Estevanovic, localizado na Rua Uruguai 557, bairro Fabrício. Paulo foi recebido pelo presidente Wellington Estevanovic, pelo vice-presidente professor Carlos Magno Estevanovic, diretor-geral Wilson Estevanovic Neto e pela jovem Veruska Estevanovic, estudante de biologia. Os dirigentes revelaram que o museu, que existe há 96 anos (hoje com mais de 20 mil peças em seu acervo, sendo um dos sete maiores do país), é mantido pela família e conta com o maior observatório astronômico do Triângulo Mineiro.
O diretor-geral Wilson Estevanovic Neto contou que o museu, circo e teatro itinerante, sempre dirigidos por seus ancestrais, percorreram quase todos os países do mundo. Nessas viagens eles conseguiram, através de doações, peças, múmias, pedras de todos os tipos que caíam do espaço e muitos outros materiais interessantes. Em 1956, Wilson Estevanovic fixou residência em Uberaba, para onde trouxe todo o acervo da família. Ele faleceu em 1997, não conseguindo montar o museu. Somente um ano depois os filhos e netos o fizeram. Os descendentes russos não pararam de trabalhar: atualmente estão construindo um novo prédio para o museu.
Peça rara
Uma peça rara chamou a atenção de Paulo Nogueira. Trata-se de um esqueleto mumificado bastante diferente, parecido com o de um alienígena: de cabeça grande, sem orelhas, olhos e boca distintos. Todas essas características foram destacadas por estudiosos do assunto. O jornalista manteve contato com o ufólogo e pesquisador José Eduardo Coutinho Maia, que acompanhou a visita. Em primeira mão não dá para definir do que seja realmente o esqueleto. O ufólogo, entretanto, garante: "Trata-se de uma peça de valor inestimável para a ciência e que terá de ser estudada com bastante profundidade".
Os dirigentes do museu revelam não saber a origem do esqueleto, descoberto por eles apenas recentemente, quando decidiram desmumificar a peça provavelmente conseguida no Egito. O espécime está exposto no museu, somente aos domingos, sob forte vigilância. Segundo os proprietários, já tentaram furtá-lo pelo menos duas vezes. Para se ter uma idéia, o crânio corresponde a quase duas vezes o crânio de humano adulto e é bastante desproporcional em relação ao restante do corpo, de aproximadamente 50 cm. Apenas o que seria o pé, com seis dedos, ainda está mumificado.
Divulgação
O encontro dos dirigentes com o repórter teve como objetivo a divulgação da exposição do esqueleto. Até então, somente alunos de algumas escolas da cidade e um pequeno público já o tinham visto. Eles solicitaram a divulgação, o que só aconteceu depois de muita discussão, até mesmo entre os dirigentes do museu. A visitação é gratuita, aos domingos, das 14h às 18h.
Pesquisando na internet sobre o assunto, encontra-se um único site em português com informações que pudessem levar a alguma ligação quanto ao caso de Uberaba. No site http://www.dominiosfantasticos.hpg.ig.com.br/id215.htm está a foto de um esqueleto – semelhante ao mostrado durante a reportagem de Paulo Nogueira ao Jornal da Manhã – com o seguinte texto:
"Muito pouco, ou na verdade quase NADA, sabemos sobre o planeta em que vivemos, bem como tudo aquilo que nos cerca. Do remoto passado, das profundezas do mar e também dos esteios longínquos do céu surgem por vezes coisas bastante bizarras – como que vindas, ou surgidas, exatamente para nos despertar da letargia em que estamos profunda e comodamente mergulhados. Este estranho esqueleto, por exemplo, encontrado nos desertos da sempre misteriosa Austrália, não pertence a qualquer espécie terrestre conhecida, donde obviamente se conclui a sua procedência alienígena!". |
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| Autor: Paulo Nogueira |
| Fonte: Jornal da Manhã |
| Crédito da foto: |
Escrito por Guizão às 18h38
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Descobertas desconcertantes |
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19/08/04 - W. J. Meister, descobriu nas proximidades de Antelope Springs, no Estado de Utha (EUA), duas pegadas de pés calçados solidificadas em uma camada geológica de 500 milhões de anos. Teriam sido produzidas por sapatos ou botas semelhantes aos nossos atuais, e nos levam a supor que a criatura que as deixou devia ser muito semelhante ao homem que está na Terra. Uma destas, inclusive, esmagou um animal típico daquele período, um trilobita, encontrado fossilizado. Este achado, evidentemente, não comprova apenas a presença de uma única criatura extraplanetária em nosso planeta, pois o processo que permite uma preservação deste tipo é muito difícil de acontecer.
Portanto, já que encontramos estas pegadas, logicamente muitas outras foram deixadas pela atividade no planeta de outros membros daquelas civilizações extraplanetárias, mas como a quase totalidade das nossas atuais, não foram preservadas.
É interessante notar que o registro fóssil da vida em nosso mundo de forma alguma comprova uma evolução gradual desta. Tais registros mostram justamente o oposto, ou seja, poucas transições suaves de espécie para espécie.
Novos organismos parecem surgir de maneira totalmente repentina. Estes ''saltos'' chegaram a incomodar o próprio Darwin.
Ele declara isto de maneira objetiva em ''A Origem das Espécies'':
''Por que então todas as formações geológicas e todos os estratos não são ricos em formas intermediárias? Por certo a geologia não revela nenhuma cadeia orgânica perfeitamente graduada: e talvez seja esta a mais grave objeção que possa ser anteposta à minha teoria''.
Em 1948, na Ásia Central soviética, paleontólogos acompanhavam as operações de terraplanagem que estavam sendo feitas com fins hidrelétricos em vales dos Montes Tian-Chan. As perfurações acabaram por superar as previsões mais otimistas: as escavadeiras trouxeram à luz um imenso ''cemitério'' de dinossauros.
Um fato deixava os especialistas estupefatos: todos os crânios e as omoplatas estavam marcadas com perfurações semelhantes às que seriam produzidas por armas de fogo.
O especialista soviético em ''cemitérios'' de dinossauros, professor Efremov, já havia sido chamado a Sikiang (China), em 1939, onde operários de construção haviam descoberto um crânio de dinossauro que trazia também uma misteriosa perfuração.
Este cientista, que teve oportunidade de estudar estes fósseis, acredita que seres extraplanetários exterminaram aqueles gigantes mediante armas idênticas aos nossos mais modernos fuzis, ou mesmo através de armas ''laser''.
Teria sido mais um passo para permitir a implantação da vida humana? Uma coisa é certa: há pouco menos de 70 milhões de anos, os dinossauros, que tinham dominado o planeta por cerca de 150 milhões de anos, desapareceram misteriosamente da face da terra.
Ao mesmo tempo que aqueles gigantes desapareciam, surgia na Terra a primeira flor, um salto evolutivo da vida vegetal, em nossa opinião ocorrido mediante uma nova semeadura, ou através de mutação genética dirigida artificialmente.
A simultaneidade destes acontecimentos não seria obra do acaso. Talvez tenham sido as duas últimas intervenções antes da implantação da vida humana.
A descoberta mais sensacional, porém, ainda não recebeu por suas próprias dimensões o reconhecimento que lhe é devido.
Estamos falando das ''pedras gravadas de Ica'', desenterradas em Ocucaje, zona peruana rica em restos arqueológicos.
Em suas gravações podemos ver homens que, através de telescópios, observam estrelas. Já outras pedras, representam em seus desenhos, homens convivendo com animais que se extinguiram há milhões de anos, como os próprios dinossauros. Transplantes de corações, operações cranianas, as configurações primitivas dos continentes são também representadas nos desenhos.
As ''pedras de Ica'' confirmam o contato e o convívio de povos planetários com a terra e sua vida, desde o período Devoniano (405 a 345 milhões de anos atrás).
Foram achadas 205 pedras descrevendo o ciclo reprodutivo do ágnato, um tipo de peixe primitivo sem maxilares que viveu nesse tempo, como também a presença destas criaturas, civilizações, em alto grau de desenvolvimento, até poucos milhões de anos atrás, pois outras pedras representam em seus desenhos animais que viveram há poucos milhões de anos.
É interessante ressaltar que os desenhos de uma das milhares e milhares de pedras já descobertas, representa justamente o extermínio de dinossauros por criaturas semelhantes a nós. Tanto os desenhos como as partes não gravadas das pedras estão cobertas com uma camada de oxidação natural, que garante o caráter arqueológico dos desenhos.
As ''pedras de Ica'' trazem conhecimentos das mais diferentes áreas do saber, formando em conjunto uma verdadeira biblioteca, capaz de obrigar nossa humanidade a reescrever sua história no planeta. |
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Grupo de Pesquisas Ufologicas de Americana
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Escrito por Guizão às 18h36
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| E se um UFO pousasse no centro de São Paulo? |
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A pergunta mais comum que os ufólogos ouvem a todo instante é a seguinte: se os UFOs existem, por que então não fazem contato oficial com a humanidade? Para os leigos, que acompanham a Ufologia a certa distância e têm justa razão em buscar tal resposta, a lógica é de que nossos visitantes, se vêm até nosso planeta e cruzam nossos céus, deveriam parar para identificar-se ou até mesmo buscar algum tipo de intercâmbio conosco. Imaginam tais pessoas que os ETs tenham uma forma de pensar semelhante à humana, que sejam dotados de um raciocínio semelhante ao nosso. Afinal, até alguns ufólogos se questionam sobre o porque de nossos visitantes não pararem para uma visita mais formal...
A despeito do fato de que tais seres talvez não estejam buscando esse contato, por falta de interesse ou vontade, e deixando de lado a questão sobre se teríamos ou não condições de manter um diálogo com eles, temos que examinar o que tal encontro traria a ambas as partes. Uma significativa corrente de ufólogos sustenta que ainda não estamos em condições evolutivas suficientes para suportar ou aproveitar adequadamente um contato com seres mais avançados. Outra parte argumenta que, se isso acontecer um dia, tal fato somente se dará quando a humanidade estiver preparada para assimilar um encontro aberto com ETs.
Unindo tais pensamentos, os ufólogos holísticos têm pronta outra explicação. Argumentam que, por estarem nos observando há tanto tempo e terem profundo conhecimento da civilização terrestre, nossos visitantes só se apresentarão para valer quando isso produzir uma mudança essencial em nosso comportamento individual e coletivo. É a lógica da expressão “quando o discípulo está pronto, o mestre se faz presente”. Consoante a isso, imagine a seguinte situação: são 18h30, hora do rush no centro de São Paulo, a maior cidade da América Latina, num dia de semana agitado. Em plena Praça da Sé pousa um UFO metálico, reluzente, com luzes fantásticas e uma aparência sobrenatural, inequivocamente não-terrestre.
Tudo é imediatamente acompanhado por uma multidão que se avoluma, gente que se debruça nos parapeitos dos prédios em volta e transeuntes que aglomeram as saídas de metrô e pontos de ônibus. Em instantes a cidade pára, as redes de tevê e as inúmeras rádios interrompem sua programação para transmitir ao vivo o que se passa. Autoridades, personalidades, militares, religiosos, gente de toda a espécie e representando todas as nossas instituições se aproximam e contemplam o acontecimento. Ora, um UFO de verdade, extraterrestre, pousa e permanece estacionado sob os olhares estupefatos de todo mundo. A então prefeita Marta Suplicy e o governador Mário Covas estão entre os presentes ao fato, assim como helicópteros da CNN levam o acontecimento para mais de 200 países.
Finalmente chegou o momento que todos temiam que um dia fosse acontecer: um contato oficial com ETs. Do nada, num dia qualquer, que poderia ser hoje, amanhã ou semana que vem. Agora, a pergunta que fazem os ufólogos aos leigos, dando-lhes o troco, é a seguinte: considerando-se que o pouso de uma nave extraterrestre em nosso meio acaba de ocorrer e é a confirmação cristalina e absoluta de que há vida inteligente no universo, tal fato é suficientemente importante ou significativo para mudar alguma coisa aqui na Terra?
“Os ETs só tentarão um contato oficial quando estivermos prontos para assimilar o impacto” |
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| Autor: A. J. Gevaerd, editor |
| Fonte: UFO 77 – Março 2001 |
| Crédito da foto: Divulgação |
Escrito por Guizão às 18h36
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| Astronauta russo avista UFO através de janela de nave espacial |
| Astronauta diz que não acredita em colegas que dizem que nunca viram coisas incomuns no espaço |
O astronauta soviético, herói da ex-URSS, Vladimir Kovalenok, passou 217 dias de sua vida no espaço. O astronauta não descarta a existência de civilizações extraterrestres. "Quando trabalhava na estação orbital Salyut, vi algo estranho pela janela. O objeto tinha o tamanho de um dedo. Fiquei surpreso em ver que era um objeto em órbita", Kovalenko disse em uma coletiva de imprensa em Moscou, em 13 de agosto passado. O astronauta acrescenta que chamou o parceiro, Viktor Savinykh, para olhar o objeto não identificado no espaço.
"É difícil determinar o tamanho e a velocidade de um objeto no espaço. Por isso não posso dizer precisamente de que tamanho era. Savinykh preparou-se para tirar uma foto, mas o UFO explodiu de repente. Sobraram apenas nuvens de fumaça. O objeto dividiu-se em duas metades interligadas, pareciam halteres. Relatei o fato ao Controle da Missão imediatamente", disse o astronauta. Vladimir Kovalenok disse que eles não conseguiram fotografar o objeto, segundo a Interfax.
"A imprensa soviética noticiou o fato abertamente. Os jornais e revistas publicaram vários artigos e mensagens sobre o assunto, mas na maioria dos casos eram artigos críticos. Os jornalistas afastaram a existência da possibilidade extraterrestre”, segundo Kovalenok. O astronauta disse que ninguém sabe o que aconteceu naquele dia em que viu o estranho objeto no espaço. "Provavelmente era um UFO, mas definitivamente não foi uma experiência mística, já que duas pessoas viram a mesma coisa, ao mesmo tempo", diz ele.
Quando em Terra, Kovalenok soube que especialistas registraram consideráveis emissões de radiação no dia em que o astronauta viu o objeto. "Não acredito quando astronautas dizem que nunca viram nada de extraordinário no espaço", concluiu Kovalenok.
Texto traduzido por Eduardo Rado, da Equipe UFO. |
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| Autor: http://science.pravda.ru/science |
| Fonte: http://science.pravda.ru/science |
| Crédito da foto: Divulgação |
Escrito por Guizão às 18h27
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Operação Prato |
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Militar reacende polêmica sobre operação secreta da FAB para investigar Ovnis |
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Coronel reformado Uyrangê Bolívar Soares Nogueira de Hollanda Lima suicidou-se após ter revelado seu envolvimento na investigação ufológica desenvolvida pelo 1º Comando Aéreo Regional em Belém, no Pará Ao cair da noite, a jovem está retornando à sua pequena casa nas cercanias menos habitadas da cidade de Belém, no Pará, Região Norte do país. No meio do caminho, nota o silêncio completo na vegetação que a cerca, de onde a vida deveriam estar se anunciando com o barulho dos insetos e pequenos animais. De repente, a luz amarelo-âmbar cruza o céu vindo do nada. A garota tenta correr mas a luz pára bem à sua frente. Num instante, o feixe de luz avermelhada parte do interior do objeto e atinge o seio esquerdo da garota. Totalmente sem reação e apavorada, ela cai desmaiada.
Coronel Uyrangê, em entrevista à uma revista ovniológica : revelações inéditas de operação realizada sob sigilo há 20 anos A cena fictícia que parece saída de um filme de Steven Spielberg foi baseada em fatos reais, e ganhou até um apelido: ''chupa-chupa'', devido ao fato de em muitas vitimas ter sido constatada anemia. Nos anos de 1977 e 1978 tornou-se tão comum no Norte brasileiro, sobretudo em regiões do Pará e Maranhão, que despertou a atenção do Ministério da Aeronáutica. Pelo menos assim garantiu o coronel reformado Uyrangê Bolívar Soares Nogueira de Hollanda Lima, que comandou de setembro de 77 a dezembro de 78 a Operação Prato, como foi chamada a manobra secreta da Força Aérea Brasileira (FAB) para investigar os estranhos fenômenos que estavam assustando a população naquela região. Um mês após suas revelações, no entanto, o coronel suicidou-se.
Misteriosas luzes sobre os céus da Amazônia: preocupação oficial Hollanda já era conhecido no meio ufológico, tendo trocado contatos com diversos pesquisadores do Brasil e do exterior. Até então, no entanto, tinham sido contatos rápidos e em caráter sigiloso, sem a intenção de trazer a público as experiências de 77. O impulso para a decisão de revelar tudo aconteceu quando um antigo conhecido de Hollanda, o editor da Revista UFO (http://www.ufo.com.br), Ademar José Gevaerd, foi protagonista de uma reportagem veiculada no programa Fantástico, exibido pela Rede Globo de Televisão num domingo de agosto de 1997. Na reportagem, o editor foi citado como ''maior caçador brasileiro de documentos oficiais sobre Ovnis''.
Após ver a reportagem, o coronel tratou de reativar o contato com Gevaerd, a quem tinha conhecido pessoalmente em 1988, quando foi procurado no 1º COMAR na expectativa de que já à época falasse sobre a Operação Prato, o que, evidentemente, não aconteceu. 18/09/2004 Grande quantidade de imagens foi conseguida pela Operação, embora a qualidade tenha deixado a desejar ''Ele me ligou aqui na segunda-feira seguinte ao programa e resolveu se abrir'', contou Gevaerd à Revista Vigília, mesclando um sentimento de alegria com escolha do coronel e tristeza com o falecimento do novo amigo.
Reformado desde 1992, Hollanda, aos 57 anos, não temia mais possíveis retaliações pelo que estava disposto a fazer e concordou, então, em revelar o que sabia. Rapidamente, Gevaerd e um co-editor da Revista UFO, Marco Antônio Petit, acionaram contatos com a reportagem do Fantástico e da Revista Manchete, os únicos veículos da grande imprensa que deram algum destaque à mais importante revelação ufológica no Brasil desde que surgiu a pesquisa
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Escrito por Guizão às 18h25
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